13 de jun de 2011

O poema não sumiu não.
Em mim, ele brinca, rasga panos, troca sorrisos
e abraça a vida de maneira bem suave.
Brinca de se esconder, mas volta e meia aparece inteiro.
Sabemos disso.
A liberdade dele não é vigiada.
Quando achamos que ele é “tonto”,
despretenciosamente desperta o que temos de mais lindo...


5 comentários:

Mateus Carneiro Bureau de Criação disse...

Nada some onde o poema mora, como moram em ti as palavras certas, sejam musicadas, faladas, pensdas, sentidas... com ou sem láguimas... com ou sem lacunas, lapsos são bem vindos pra respirar entre as rimas ou falta delas...

pudera eu escrever assim...

chris ritchie disse...

muito bonito. gostei!

Mara faturi disse...

Tua poesia pesca estrelas no céu da boca...e mais...
Bjo imenso de mar ~~~~~

Anônimo disse...

Tua poesia é muito importante nas nossas vidas! Precisamos sonhar e tu sempre nos mostra como. Através do teu olhar tudo parece fácil!!! Obrigada por esse tanto. Bjs, bjs. Morena.

Anônimo disse...

Adorei. Tenho vontade de ler mais ! Andei aqui por acaso...gosto do acaso assim ! Dani