1 de dez de 2011

a quatro olhos

denisewarnecke e ítalo puccini

deserta, despago-me de quereres e quem sabe de sonhares.
abandonada ao eixo torto da palavra, atropelo letras e papel.
meus dois olhos fervem versos, inveja

branca. é assim que escrevo o mundo.
em folhas de papel também em branco.
é preciso ser escuro para ler.

2 comentários:

chris ritchie disse...

"Meus dois olhos fervem versos" - muito bonito isso!
xxChris

Mara faturi disse...

Estou aqui lendo escura mente;))
bjo!