13 de abr de 2012

CICLO

Mordi a maçã,

desci a montanha,

matei a esperança

e a marca que fica

é mera aragem

que move a relva

e amansa a sina.

3 comentários:

Mara faturi disse...

"que move a relva e amansa a sina"...belíssimo!!
Bjo!

Dilmar Gomes disse...

Lindo o teu poema, Chris.
Um abraço.

NDORETTO disse...

E tudo passa na brevidade intensa de cada mordida__________lindo poema!